Todos estes nomes para falar de uma só classe social. Este mundo movimenta milhares de euros todos os dias.
As pessoas que trabalham nesta área costumam trabalhar sozinhas (podem ter ou não namorado, mas a maioria desses namorados desconhece o que elas fazem) e por isso nunca dividem o que ganham com ninguém. Não têm patrões, não têm horários, às vezes até estudam, outras vezes têm outras actividades profissionais que lhes permitem ter horários de trabalho moldáveis às suas actividades.
São mulheres na maioria das vezes bastante cultas, com conhecimento de várias línguas (inglês, francês, espanhol, etc.).
Às vezes também se juntam 2 ou 3 mulheres e rumam ao desconhecido (na maioria das vezes para junto dos árabes). Fazem uma viagem que lhes rende milhares de euros, com conforto acima da média, conhecem pessoas bem posicionadas na sociedade (política ou empresarial), comem do bom e do melhor e entram em lugares que o comum do mortal jamais entraria!
Existem ainda aquelas do tipo "acompanhantes internas" ou o que às vezes também apelidamos de "alternadeiras", estas últimas podemos encontrar em clubes com mais ou menos qualidade. Aqui elas fazem-nos companhia e recebem através da bebida que lhes pagamos. Aqui já têm que dividir os lucros com o dono do clube.
A vida de escort não é fácil, andam de um lado para o outro, nunca param. Mas também não é difícil. Muita gente gostaria de levar esta vida, mas nem todos têm a capacidade física e psicológica necessária para a levar.
Sempre foi esta a ideia que tive do mundo destas "princesas".
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